quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Mudança Climática Existe, Só Não É Causada Pelo Homem


            Aquecimento Global, a grande maioria das pessoas acha que o assunto é sério, que os cientistas chegaram a um consenso do que está acontecendo. As diferenças estão apenas na questão de quanto tempo ainda temos. A mídia junto com muitos ambientalistas nos levou a acreditar que se não tomarmos providencias imediatas vamos caminhar para um cataclísma ambiental onde o nível dos oceanos subirá fazendo milhões de refugiados pelo mundo. O ecossistema mudará quebrando as cadeias alimentares e levando à extinções em massa.
            Para todos aqueles que viram o filme “Uma Verdade Inconveniente”, do ex-vice-presidente dos EUA, Al Gore, a impressão que fica é que não há vozes dissidentes no meio cientifico, ou se existem, são pagos pelas grandes corporações do petróleo. Além disso, fica a idéia que a ciência climática, conhecida como climatologia, é muito complicada, que para entendê-la você provavelmente precisará de um PhD ou coisa do gênero. Claro que a climatologia é complicada, qualquer ciência para quem não foi treinado no campo é complicada, ainda mas uma tão recente. Ela é baseada na observação do presente e principalmente do passado (através de amostras de gelo de vários locais da Terra) na tentativa de determinar como o clima se comportou para possibilitar termos um vislumbre, uma idéia, de como ele se comportará no futuro.
            Voltando ao filme do sr. Gore. Ele ganhou o oscar, o próprio Gore ganhou o Prêmio Nobel da Paz por seu trabalho em “esclarecer” as pessoas. São apresentados vários gráficos e projeções de computador dando a impressão de que tudo que ele fala é baseado em fatos científicos concretos e incontestáveis.
            Bem, um fato sobre o filme que foi pouco divulgado é que em 2007, o British High Court (Supremo Tribunal Inglês) determinou que “Uma Verdade Inconveniente” deixasse de ser exibido nas escolas pois foram encontrados pelos menos nove exageros ou erros factuais nos ditos “fatos científicos”. Por exemplo, no filme mostra que várias cidades costeiras no planeta serão inundadas devido ao aumento do nível dos oceanos. O sr. Gore mostra uma projeção onde os mares subirão sete metros até o fim do século enquanto que o relatório do IPCC fala em milhares de anos.
Outra questão, nesse caso completamente sem fundamento, são que os ursos polares estão ameaçados. A verdade é que até a presente data não existe nenhum estudo científico indicando que a população dos ursos polares está diminuindo, pelo contrario, na área onde são monitorados tudo indica que sua população está aumentando. Além disso, cerca de 8.000 anos atrás houve um aquecimento na Terra, maior que o atual, chamado de período holoceno ótimo, que durou mais de três mil anos e, como todos podemos atestar, os ursos polares sobreviveram. Não podemos esquecer também, como há muito tempo é de conhecimento dos cientistas, que na era medieval também houve um aquecimento que possibilitou os Vickings (nórdicos) a colonizarem a Groenlândia e desenvolverem agricultura. Possibilitando também o cultivo de uvas no norte na Inglaterra. Agricultura na Groenlândia e uvas na Inglaterra hoje são impossíveis por causa do frio.
            Assim como o planeta já foi mais quente no passado ele também já foi mais frio. Na última era glacial (12.000 anos atrás) o gelo cobriu praticamente toda a região temperada do hemisfério norte do planeta. Lugares como Canadá, norte dos EUA, Rússia e norte da Europa ficaram cobertos por gelo. É seguro concluir que houve um aquecimento, pois as calotas recuaram para suas posições atuais, as regiões polares. Sabemos também que logo após o aquecimento medieval ocorreu a “pequena idade do gelo” no século XIV quando a Groenlândia ficou coberta de gelo. No inverno o frio era tanto que até o rio Tâmisa, em Londres, ficava completamente congelado possibilitando patinar na sua superfície como mostrado na pintura abaixo.




            Durante a última era glacial mencionada a temperatura do planeta era em torno de 12°C apenas 2,4 graus de diferença para os 14,4°C atuais. Mas é bom lembrar que na maior parte da história do planeta a temperatura foi em torno de 22°C. Só existiam as regiões tropical e subtropical, sem gelo nas calotas polares, e não teve nada de catastrófico nisso. Patrick Moore, membro fundador do Greenpeace, diz que quando analisamos o padrão de biodiversidade nas regiões do globo percebemos que passando da região tropical para a subtropical e então para a temperada, onde existem geadas e neve no inverno, há uma queda de 90% desta. Ele argumenta que o gelo pode ser considerado inimigo da vida e que não seria nada mal se o planeta aquecesse um pouco como já foi no passado.
Nenhuma dessas mudanças no clima mencionadas foi causada pelo homem. Elas fazem parte de ciclos naturais de aquecimento e resfriamento que existem no nosso planeta. Se olharmos o gráfico da variação de temperatura (abaixo – gráfico 1) vemos que ele oscila e não é uma linha reta com um aumento repentino no século XX (abaixo – gráfico 2) como o IPCC colocou no seu 3º relatório.


Gráfico 1 – Oscilação de temperatura


Gráfico 2 - Hockey Stick (IPCC)


Esse gráfico do IPCC chamado de “Hockey Stick” (bastão de hockey) por causa de sua semelhança com o objeto em questão, foi completamente desacreditado por Stephen McIntyre e Ross McKitrick. Eles usaram os mesmos dados dos cientistas do IPCC (Mann et al.) em um método próprio e obtiveram resultados muito diferentes. Então eles analisaram o método de Mann et al. e perceberam que esse método procura justamente a seqüência de dados necessária para formar o gráfico hockey stick. O que ele fez foi: eu quero esse resultado (temperatura constante e aquecimento no século XX  - gráfico hockey stick) então crio um método que a partir dos dados disponíveis dará esse resultado pré-estabelecido. Quando ignoramos o método científico não produzimos ciência mas alguma outra coisa sem valor científico nenhum.
Outro fator que influencia no clima, descoberto recentemente, é um pequeno ciclo de aquecimento e resfriamento que dura aproximadamente 30 anos relacionado com o ciclo de operação do oceano Pacífico, quente ou frio. Os dados mostram que nessa primeira década do século XXI o oceano passou do modo quente para o frio. E como o Prof Richard Lindzen do MIT, antigo membro do IPCC, atesta não houve nenhum aumento significativo de temperatura nesse período, contradizendo com as previsões do próprio IPCC, e praticamente isentando o CO2 da culpa uma vez que a China aumentou significativamente suas emissões nas duas últimas décadas. É bem provável que estaremos entrando em um período de resfriamento.


Ciclos alternados de aquecimento e resfriamento desde 1470 DC. (Azul = frio, vermelho = quente)
Baseado nas taxas de isótopos de oxigênio do núcleo de gelo GISP2 da Groenlândia.

O mapa acima mostra temperaturas mais frias do oceano em azul (note a costa da América do Norte).
O gráfico mostra como o Pacífico ficou mudando entre seus modos quente e frio no último século e uma extrapolação para os próximos anos baseada nos anos anteriores.

Esse ciclo de 30 anos fica mais evidente quando olhamos os dados e vemos que a década de 1930 foi a mais quente do século XX e o ano de 1934 o mais quente e não 1998 e 2006 como o IPCC dizia. Em contrapartida na década de 1970 houve um resfriamento substancial que levou alguns cientistas a cogitarem que entraríamos em uma nova era glacial. Um desses cientistas era Stephen Schneider, uma das principais vozes do movimento. Hoje em dia o mesmo Stephen Schneider é um dos principais membros do IPCC e consultor especial de Al Gore (Schneider estava com Al Gore no recebimento do prêmio Nobel). A mesma pessoa que há 30 anos atrás dizia que iríamos congelar, hoje fala que vamos cozinhar.
Um fato que a mídia gosta de mostrar bastante como prova do aquecimento global são as geleiras se partindo e consequentemente a redução da calota de gelo do Ártico. Mas de acordo com o Prof Ichi Syun Akasofu, diretor fundador do Centro Internacional de Pesquisas do Ártico, o gelo começou a diminuir em 1850 em não no século XX quando teve o aumento da concentração de CO2 na atmosfera. E, além disso, os últimos dados de satélite mostram que a área coberta de gelo no verão de 2008 foi maior que no de 2007 (figura abaixo).




É sempre bom lembrar que o IPCC não é um corpo cientifico e sim político. Ele foi criado pela ONU (uma organização política) para analisar os impactos e as causas da mudança climática. E como os seus financiadores, os mesmos da ONU (EUA é o maior), tem objetivos específicos os cientistas fazem de tudo para obterem os resultados esperados para as suas verbas continuarem fluindo. Um dos processos básicos da ciência foi descartado, que seria submeter o seu trabalho a editores independentes para revisão. No IPCC você é o seu próprio editor e decide o que é relevante revisar. Isso levou a publicação de conclusões, no mínimo exageradas (gráfico “hockey stick”) e a vários cientistas de áreas como geologia, geo-física, astro-física, epidemiologia entre outras deixarem o IPCC por suas opiniões serem contrarias as desejadas. Apesar disso seus nomes continuam a aparecer nos relatórios. Hoje o IPCC é composto basicamente de meteorologistas e ambientalistas tornando as conclusões apresentadas muito limitadas senão errôneas.
Um dos cientistas que saiu do IPCC é o Prof Paul Reiter do Instituto Pasteur em Paris que só conseguiu que o seu nome fosse retirado do relatório depois de ameaçar com um processo legal. Ele afirma que a idéia de um aquecimento maior aumentará a incidência de doenças como malária é falsa. A premissa do IPCC é que como a malaria é transmitida por mosquitos e mosquitos não sobrevivem no frio, um aquecimento aumentará a quantidade de mosquitos. Reiter afirma que isso não é verdade, que mosquitos são extremamente abundantes no ártico e ainda que uma das maiores epidemias de malária aconteceu na União Soviética (hoje, Rússia) na década de 1920, com 13 milhões de casos e 600 mil mortes. As suas conclusões nunca chegaram a ir para o relatório, mas o seu nome constava como um dos colaboradores.

Como todos gostamos do Al Gore e ficamos chocados como lhe foi roubada as eleições presidenciais de 2000 vamos falar sobre o seu maior “mal entendido” para não dizer manipulação.
No filme “Uma Verdade Inconveniente” é mostrada a relação entre a temperatura e o CO2, mas apenas o gráfico da variação dos dois (abaixo) e explicado que a relação é muito complicada e concluí-se que o aumento do CO2 na atmosfera causa o aumento de temperatura no planeta. Temos um problema grave aqui porque sem sabermos qual é a relação entre a temperatura e o CO2 temos que simplesmente acreditar na palavra do sr. Gore, ou seja, de uma pessoa que não é cientista mas um político (qual foi a última vez que você acreditou em um político?).




A relação que supostamente é muito complicada para o sr Gore não é tanto assim para alguém com um pouco de paciência para entende-la. O primeiro fato interessante é que se olharmos atentamente para o gráfico perceberemos que existe um atraso no tempo entre a variação de temperatura e de CO2. Primeiro vemos o aumento da temperatura e depois vemos finalmente o aumento do CO2, como fica claro no gráfico abaixo que mostra um atraso de aproximadamente 800 anos. Apenas esse fato nos leva a supor que a temperatura não é conseqüência do CO2 mas o contrário, primeiro a temperatura precisa aumentar para depois o nível do CO2 aumentar. Mas voltemos a relação entre os dois. Hoje oceanógrafos como o Prof Carl Wunsch do MIT sabem que um aumento de temperatura nos oceanos faz com que o CO2 dissolvido do mar seja liberado na atmosfera e no caso de uma diminuição de temperatura o CO2 passa a ser absorvido pelo mar. A oceanografia nos diz também que qualquer efeito que estejamos vendo no oceano hoje a causa foi a 800 anos atrás simplesmente pelo fato de que os oceanos são muito grandes e leva aproximadamente 800 anos para se aquecer ou resfriar. 




Já sabemos também que as manchas solares estão intimamente ligadas a formação de nuvens na Terra. Quando a atividade do sol aumenta, aumentando a quantidade de manchas solares, o campo magnético do sol, onde a Terra está inserida, aumenta. Esse campo nos fornece uma espécie de escudo contra os raios cósmicos, originados por supernovas muito distantes do sistema solar. Quanto mais forte o escudo (campo magnético) menos raios atingem a Terra. Esses raios estão diretamente ligados a formação de nuvens porque quando atingem o planeta fazem as moléculas de hidrogênio e oxigênio, que se encontram na atmosfera, se juntarem formando micro-partículas de água e consequentemente nuvens. Se tivermos uma diminuição de raios cósmicos (campo magnético mais forte e mais manchas solares) teremos uma diminuição de nuvens e mais raios do sol incidem diretamente na superfície do planeta esquentando-o.
Então a relação entre temperatura e CO2 é: Aumento da atividade solar que causa aumento do campo magnético do sol (observável pela quantidade de manchas solares) resultando em menos raios cósmicos atingindo a terra que tem como conseqüência menos nuvens no céu fazendo com que mais radiação solar incida na superfície aumentando a temperatura da Terra. Consequentemente com o aumento da temperatura, os oceanos começam a liberar CO2 aumentando a concentração na atmosfera.
Observando o gráfico abaixo de atividade solar (manchas solares) e temperatura, produzido pela equipe do Prof Eigil Friis-Christensen, diretor do Centro Espacial da Dinamarca, fica clara a relação entre os dois.




Quando essa relação ficou evidente e o Prof Ian Shaviv do instituto de Física da Universidade de Jerusalém resolveu comparar o seus dados de raios cósmicos com os dados de temperatura do Prof Ian Veizer que datam de milhares de anos no passado o resultado ficou ainda mais claro. No gráfico abaixo a linha azul da temperatura foi invertida para mostrar a relação inversa entre temperatura e raios cósmicos.




Portanto não é de se espantar que o sr. Gore tenha falando que esta relação é muito complicada porque se fosse explicar ficaria evidente que não é o CO2 que faz aumentar a temperatura e sim o aumento de temperatura que faz aumentar o CO2.
Não conseguimos perceber que o aumento de CO2 ocorre antes do da temperatura no gráfico de Al Gore porque ele usa o mesmo truque que os mágicos utilizam, simplesmente desvia nossa atenção para a similaridade entre os dois e não olhamos a escala usada. O problema da escala de tempo utilizada é que ela é muito grande, centenas de milhares de anos, tornando difícil percebermos apenas 800 anos nela. Mas aumentado o gráfico e olhando atentamente conseguimos ver que na marcação "a" o CO2 diminuí enquanto a temperatura aumenta e na marcação "b" o CO2 aumenta enquanto a temperatura diminuí, exemplificando que nem sempre quando o CO2 está aumentando a temperatura também está aumentando.




Outro fator raramente divulgado é que temos gases do efeito estufa e não um único gás. O maior gás do efeito estufa é o vapor d’água, responsável por pelo menos 75%. O CO2 tem pouca participação e mesmo a parte que é gerada pelo homem (subentende-se queima de combustíveis fósseis) é pequena em relação a gerada na natureza. Os vulcões, os animais, e as folhas em decomposição geram mais CO2 que o homem. Mas de longe o maior produtor de CO2 é o oceano como já vimos. Não podemos esquecer que o CO2, esse gás que falam que vai causar uma catástrofe, é um dos elementos básicos para a vida, sem CO2 não haveria vida na Terra. As plantas precisam dele para fazer fotossíntese e no processo de respiração dos seres vivos ele é liberado constantemente.

E mesmo se o aquecimento atual fosse devido ao efeito estufa seria natural que a troposfera aquecesse mais rapidamente que a superfície. Mas dados tanto de satélites e balões meteorológicos não mostram esse aquecimento. Na verdade mostram que a superfície está aquecendo mais rapidamente contradizendo a teoria do efeito estufa e confirmando a teoria de maior incidência de radiação solar na superfície.

O movimento ambientalista hoje em dia como afirma Patrick Moore se tornou um movimento político. E sua parte mais extrema virou um movimento anti-desenvolvimento e consequentemente anti-humano. Porque uma vez que você está dizendo para países pobres não usarem petróleo, gás e carvão para gerar eletricidade que precisam usar energia solar e eólica você no fundo está dizendo que eles não podem ter eletricidade. Se para países desenvolvidos energias solar e eólia são caras imagine para uma nação africana subdesenvolvida. E se você está pensando que eletricidade não é tão importante assim, afinal de contas sobrevivemos milhares de anos sem, imagine ficar sem geladeira, luz, água quente. Imagine um mundo sem siderúrgicas. A eletricidade é o principal fator no desenvolvimento dos países e na melhora da condição de vida das pessoas.
No Brasil não pensamos muito no impacto que teria se parasse a geração de energia por combustíveis fósseis porque a maior parte da energia é gerada por hidrelétricas. Mas não esqueça que 85% da energia gerada no mundo vem de combustíveis fósseis, inclusive em países desenvolvidos. Grande parte na energia gerada nos EUA tem como combustível o carvão. Energia extraída dos combustíveis fósseis é barata tornando-a acessível para uma grande parcela da população. Se restringirmos o seu uso o desenvolvimento de vários países estagnará podendo até regredir, principalmente na África que, por sinal, tem grandes reservas de petróleo e carvão e só agora começou a utilizá-las.

Hoje os poucos cientistas que falam contra a “teoria” de que o aquecimento global é causado pelo homem são marginalizados como se estivessem falando que o holocausto não aconteceu. Geralmente eles vêem suas verbas minguarem e são incessantemente atacados pela mídia.
Para as pessoas que acham que a discussão está encerrada é bom lembrar que o debate científico nunca pode ser suprimido é contra o próprio principio do método cientifico. Um bom exemplo disso é no campo da física. Com a teoria de Newton se pensou que era apenas uma questão de tempo para tudo ser explicado até que surgiu Einstein com a Teoria da Relatividade e mostrou que a teoria de Newton era apenas uma aproximação da realidade. Temos a física quântica onde existem várias correntes. Existe uma predominante, mas não quer dizer que as outras foram massacradas e descartadas. O debate já dura há quase um século e ninguém sabe qual é a correta, se até existe uma correta.
Um grande cientista e divulgador da ciência uma vez disse: “A teoria que for inconsistente com os fatos deve ser descartada ou revisada por mais que gostemos da idéia”, seu nome era Carl Sagan. Não vejam “Uma Verdade Inconveniente” como a apresentação popular definitiva sobre o aquecimento global como Carl Sagan fez com a série “Cosmos”. Al Gore não é um cientista e muito menos um Carl Sagan.



Fontes:

Filmes documentários

An Inconvenient Truth (Uma Verdade Inconveniente) de Davis Guggenheim

Not Evil Just Wrong (Não Perverso Apenas Errado) de Phelim McAleer & Ann McElhinney;

The Great Global Warming Swindle (A Grande Farsa do Aquecimento Global) de Martin Durkin.


Artigos

Global Cooling is Here - Evidence for Predicting Global Cooling for the Next Three Decades (Resfriamento Global está Aqui – Evidencia para prever o resfriamento Global para as próximas três décadas) do Prof. Don J. Easterbrook - Departamento de Geologia, Universidade Western Washington

Climate Science: Is it currently designed to answer questions? (Ciência Climática: Atualmente é destinada a responder questões?) do Prof. Richard S. Lindzen – Programa em Atmosferas, Oceanos e Clima. Massachusetts Institute of Technology (MIT)

There Is No 'Consensus' On Global Warming (Não Existe ‘Consenso’ no Aquecimento Global) do Prof. Richard S. Lindzen – Programa em Atmosferas, Oceanos e Clima. Massachusetts Institute of Technology (MIT)

Global Warming: A Convenient Lie (Aquecimento Global: Uma Mentira Conveniente) de Andrew Gavin Marshall – Pesquisador associado do Centro para Pesquisa em Globalização (CRG).

75 Reasons to be Skeptical of "Global Warming" (75 Razões para ser Cético sobre o “Aquecimento Global”) de Josh Fulton – Estudando de graduação da Universidade da Carolina do Norte.

Climate Science: Observations versus Models (Ciência Climática: Observações versus Modelos) de Richard K. Moore – Escritor independente.

Copenhagen and Global Warming: Ten Facts and Ten Myths on Climate Change (Copenhagen e Aquecimento Global: Dez Fatos e Dez Mitos sobre Mudança Climática) do Prof. Robert M. Carter – Universidade James Cook (Queensland) e Universidade de Adelaide (Sul da Austrália).

Frosty, Frigid Global Warming (Aquecimento Global Frio, Congelante) de Ted Twietmeyer